Faaaaaaaaala galera!
Hoje estava esperando o ônibus rumo ao trabalho e, uma moça que pega no mesmo ponto e já me conhece, me encontrou.
começamos a conversar, ela disse que tem uma sobrinha cega com 6 anos, em fim......
No meio da conversa comentei a minha opinião sobre escolas especializadas, dizendo que não sou muito à vafor e que prefiro a inclusão..... Eis que ela diz:
É mais legal, né?
Na creche do meu filho tem crianças especiais........
Putz... considerando que especial é um tipo de pastel que se vende nas feiras de São Paulo... kkkkkkkkkkkkk.
Putz.......
como seriam então essas crianças pastel de feira?
Seriam crianças com cara de pastel?
ah... Pera aí.... agora eu to entendendo......
Naquela postagem de 2010, quando eu decia do ônibus e o cobrador fala pro motorista:
Especial decendo pela frente!
Bom..... Isso me deu um alerta. Minhas idas na feira nunca mais foram as mesmas.
Pois é né? Vai que eu to na barraca de pastel e alguém fala: quero comer um especial! Vou ter que correr e muito então...
Mas então....... Acho que agora comecei a compreender melhor.....
Esse cobrador deve ter então me achado com cara de pastel.
E como costumam chamar os cegos, cadeirantes, surdos, mudos, etc de especial, concluo então que todo cego, surdo, cadeirante tem então cara de pastel.
Putz. Mas..... Pera aí....
Somos chamados de especiais....
em que a gente se parece com um pastel de feira?
to aqui curioso pra saber.....
O pastel especial é grande e gordo.....
Putz.... Eu sou grande e gordo...... Caramba! a coisa ta ficando cada vez mais complicada pro meu lado!
O que me preocupa foi o relato de uma senhora uma vez...
"Eu trabalho com pessoas especiais.". caramba. ela trabalha numa pastelaria.
Opa.... Canibalismo! Depois daquela história da cochinha com carne humana, tão usando gente também no pastel especial?
Sim, porque pessoas especiais, né? kkkk.
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quarta-feira, 18 de julho de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
enquanto isso, no Guarujá. rsrs.
faaaaaaaaala galera!
A história abaixo não é minha. Mas como a protagonista me autorizou postar, visto que dei muita rizada, embora ela tenha ficado muito irritada com o ocorrido, pelo menos foi o que me contou, vou contar.
Tudo começou no Carnaval no Guarujá.
Um sol de rachar, daqueles que ddá até preguiça.
depois de muita insistência da tia, apesar da preguiça minha amiga, resolve acompanhá-la numa feira hippie que rolava por lá.
Ao chegar, pararam em várias barracas e os vendedores, dando total atenção para a minha amiga, enquanto ela tocava nas bijuterias que existiam por lá e decidia se compraria algo ou não.
Afinal, mulher é sempre mulher, independente de ser cega ou não. kkkkkk.
adora bijuteria, ao sair para algum lugar demora 3 horas pra decidir comque roupa vai e, normalmente, acaba saindo com a primeira que experimentou... Em fim..... Não é por ser cega que deixa de ser mulher. kkkkkkk. Não sei... To com uma intuição que vou apanhar na rua... kkk. Em fim.
Tudo corria muito bem até que a tia resolve aprontar.
Para numa barraca onde não tinha ninguém. Retificando. Havia lá um vendedor mal humorado, mal educado e grosso. kkkkkk. Bom... Realmente.. como esse tipo de gente e ninguém pra mim é a mesma coisa, sigo o texto dizendo que não tinha ninguém. kkkk.
em fim.
como minha amiga é cega, precisava tocar nas peças que lá estava, assim como fez nas outras barracas.
Eis que o cara fala: "Moça. Tá tudo arrumadinho, bonitinho aí. Você tá desarrumando tudo!"
Logicamente ela ficou muito puta e começou a puxar a tia pra saírem de lá.
Eis que antes de ser puxada ela fala. "Moço! ela não enxerga! Por isso precisa tocar nas peças!"
Sim...... Nesse momento deixamos de ter uma cega na feira hipp e passamos a ter uma cega revoltada na Feira Hippie.
Aliás, eu esqueci de perguntá-la por que ela não deu uma bengalada no vendedor sem querer. Não proposital. Imagina! Acidentalmente! Afinal ela não tava vendo! kkkkkkkkkkkkkkkk. Certamente eu teria dado um jeito de pôr meu plano em prática, ou quem sabe esbarrar levemente com minha barriga, também acidentalmente lógico, onde estavam as bijuterias. Ia acontecer uma fatalidade acidental. as peças cairiam, mas fazer o que? Não vi... foi sem querer! kkkkkk. mas voltemos a história.
Na barraca ao lado, uma vendedora muito gentil perguntava o que havia acontecido.
Minha amiga, de pronto, começou a explicar.
Eis que no final, a gentil senhora fala: Ué! Mas que problema tem em desarrumar? É só arrumar de novo!
A gente tá aqui pra isso!
kkkkkkkkkk. kkkkkkkkkkkkkk. kkkkkkkkk.
Bom. Depois de tanto arruma e desarruma, lembrei que à noite vou ter que arrumar meu quarto que tá uma zona. kkkk.
Mas quem sabe até lá eu não esqueço mais uma vez?
A história abaixo não é minha. Mas como a protagonista me autorizou postar, visto que dei muita rizada, embora ela tenha ficado muito irritada com o ocorrido, pelo menos foi o que me contou, vou contar.
Tudo começou no Carnaval no Guarujá.
Um sol de rachar, daqueles que ddá até preguiça.
depois de muita insistência da tia, apesar da preguiça minha amiga, resolve acompanhá-la numa feira hippie que rolava por lá.
Ao chegar, pararam em várias barracas e os vendedores, dando total atenção para a minha amiga, enquanto ela tocava nas bijuterias que existiam por lá e decidia se compraria algo ou não.
Afinal, mulher é sempre mulher, independente de ser cega ou não. kkkkkk.
adora bijuteria, ao sair para algum lugar demora 3 horas pra decidir comque roupa vai e, normalmente, acaba saindo com a primeira que experimentou... Em fim..... Não é por ser cega que deixa de ser mulher. kkkkkkk. Não sei... To com uma intuição que vou apanhar na rua... kkk. Em fim.
Tudo corria muito bem até que a tia resolve aprontar.
Para numa barraca onde não tinha ninguém. Retificando. Havia lá um vendedor mal humorado, mal educado e grosso. kkkkkk. Bom... Realmente.. como esse tipo de gente e ninguém pra mim é a mesma coisa, sigo o texto dizendo que não tinha ninguém. kkkk.
em fim.
como minha amiga é cega, precisava tocar nas peças que lá estava, assim como fez nas outras barracas.
Eis que o cara fala: "Moça. Tá tudo arrumadinho, bonitinho aí. Você tá desarrumando tudo!"
Logicamente ela ficou muito puta e começou a puxar a tia pra saírem de lá.
Eis que antes de ser puxada ela fala. "Moço! ela não enxerga! Por isso precisa tocar nas peças!"
Sim...... Nesse momento deixamos de ter uma cega na feira hipp e passamos a ter uma cega revoltada na Feira Hippie.
Aliás, eu esqueci de perguntá-la por que ela não deu uma bengalada no vendedor sem querer. Não proposital. Imagina! Acidentalmente! Afinal ela não tava vendo! kkkkkkkkkkkkkkkk. Certamente eu teria dado um jeito de pôr meu plano em prática, ou quem sabe esbarrar levemente com minha barriga, também acidentalmente lógico, onde estavam as bijuterias. Ia acontecer uma fatalidade acidental. as peças cairiam, mas fazer o que? Não vi... foi sem querer! kkkkkk. mas voltemos a história.
Na barraca ao lado, uma vendedora muito gentil perguntava o que havia acontecido.
Minha amiga, de pronto, começou a explicar.
Eis que no final, a gentil senhora fala: Ué! Mas que problema tem em desarrumar? É só arrumar de novo!
A gente tá aqui pra isso!
kkkkkkkkkk. kkkkkkkkkkkkkk. kkkkkkkkk.
Bom. Depois de tanto arruma e desarruma, lembrei que à noite vou ter que arrumar meu quarto que tá uma zona. kkkk.
Mas quem sabe até lá eu não esqueço mais uma vez?
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