Faaaaaaaaala galera!
depois da correria típica da semana de provas e entrega de trabalhos
na faculdade, pude finalmente voltar ao blog.
Essa semana pretendo trazer as 3 postagens acumuladas.
A do Hopi Hari, que vocês vão ler agora, a da manifestação de quinta
passada e, como foi estar às cegas num local por onde os manifestantes
passaram e por fim, a desse fim de semana.
Não percam!
começaremos pela do Hopi Hari.
Essa história começou no dia das mães.
Um amigo comentou que iria ele, a esposa, e duas sobrinhas para o Hopi
Hari e eu comentei que se eles realmente viessem, me falassem a data
que aí eu compraria o passaporte e iria também.
Sim. É o meu amigo cego velho e gordo..... Ele mesmo..... Aliás, deixa
eu corrigir... Cego, velho e ex-gordo. kkkkkkk.
Depois da cirurgia... Bom... eu confesso que as vezes ainda soa
estranho ver ele pedindo saladinha na hora do almoço. kkkkkk. Mas em
fim.....
e então dia 08/06 foi o grande dia.
O primeiro brinquedo a ser encarado foi o barco viking.
Adrenalina legal..... Aquele balanço que parece que o barco vai
despencar.... Muito legal mesmo!
E na hora que está quase parando, a galera gritando e eu junto:
"Bota pra subir! Bota pra subir!"
E eu só imaginando a cara com a qual aquelas pessoas doidas para o
brinquedo parar logo olhavam para nós. kkkkkkkk. kkkkkkk.
E assim fomos em vários brinquedos.
Os de maiores destaques foram:
O chapéu mexicano.
Mas que registro pode ser tão importante num brinquedo tão simples?
Bom...... Então... O fato é......... Eu não coube na cadeira.
kkkkkkkkkkk. kkkkkk.
Na verdade até coube. Só que como na hora de colocar o cinto ficou
muito apertado eu fiquei com medo de me machucar na hora que começasse
a girar....
É... Não sei se a desculpa colou, mas..... Em fim...... rs.
Havia lamentado por conta do elevador, isso, aquele que eu sempre
esqueço o nome, estar em manutenção.
Eu adoraria. Tinha ido no extinto Play Center.
aquele tinha uma queda de uma altura de um prédio de 12 andares.
Falaram que o do Hopi Hari era maior e a queda, além de maior, não
tinha interrupção como a do Play Center e era de uma vez.
Infelizmente, não foi dessa vez que pude experimentar.
Rio Bravo.
É um brinquedo bem legal.
Temos a sensação de estarmos descendo corredeiras e canhões de água
sempre estão disparando no barquinho.
O engraçado. Estava uma das amigas ao meu lado, meu amigo uma outra
sobrinha e um cara que eu não vi, nem faço questão e nem sei quem é.
kkkkk.
Em fim. Ficaram me zoando porque quando o barco passou embaixo da
ponte, a água veio toda em mim.
Riram, zoaram. Só que na hora que o barco voltou pela ponte, foi a vez
deles! kkkkkkkk.
Aí eu dizia: Vai! Fala de mim!
E o camarada, com um sotaque diferente diz: Puta que pariu! Agora
fodeu! To todo molhado! kkkkkkkk.
Foi a parte mais engraçada do brinquedo em questão. kkkkkkk.
Agora a parte mais legal.
Montanha Ruça.
Gente..... Vale à pena....
A princípio fiquei frustrado achando que ela não teria a maior graça
pelo fato de não virar de cabeça para baixo.
Felizmente estava enganado.
Foi a melhor montanha ruça na qual já andei em toda a minha vida.
Se forem ao Hopi Hari, não deixem de ir.... É adrenalina ao extremo.
Mas, Se tiverem fobia ou problema cardíaco, não inventem de ir. É
recomendação do parque e depois eu não quero ninguém comentando no
blog que um amigo ou parente morreu por minha culpa.
bom.... Até que isso não é nada... Pior seria se o próprio viesse
comentar no blog que morreu por minha culpa. kkkkkkkk.
Tem um outro brinquedo que eu gostei bastante, mas não consigo decorar o nome.
É uma espécie de pirâmide e tudo se passa no escuro..... Bom.... Pra
mim todos eles se passaram no escuro, eu acho. kkkkk.
Aliás é uma das coisas na qual julgo levarmos vantagem.
Normalmente as pessoas que enxergam, quando vão a um brinquedo radical
no parque, já sabem o que acontece, pois costumam ver antes de entrar.
Para nós, quando vamos pela primeira vez, entramos sem ter a menor
ideia do que vai acontecer ali. Aí a adrenalina vai bem mais la´em
cima.
comigo pelo menos é assim. Quando eu vou pela segunda vez num
brinquedo o qual gostei, é legal, mas não é a mesma coisa da primeira
vez.
Outra situação interessante foi o carrinho de bate-bate.
Ué! Estão achando estranho?
O objetivo do negócio não é bater? Então acho que enquanto cego, eu
faria isso muito bem, certo? kkkkkk.
A ideia era minha parceira de carrinho dirigir. Mas como o cinto do
motorista era menos apertado. Dirigimos.
Eu sei que antes de passar o volante para ela, eu bati bastante... Nem
tava vendo onde. kkkkk.
E o mais legal da coisa era as pessoas me vendo, quererem preservar e
não bater e a gente aproveitar e bater na pessoa depois. kkkkkkkkkk.
Olha. Saímos de lá e só ao chegar na rodoviária do Tietê é que eu
senti.... Enquanto o corpo estava quente, eu não senti....
Parecia que eu ia desmontar. kkkk.
Ah... Eu já ia esquecer de contar que finalizamos numa espécie de xícara.
Ela tinha um volante central onde a gente controlava o quanto ela gira.
Para dar mais emoção ao negócio eu comecei a girar o mais forte que eu
podia.... A xícara balançava, tremia, e uma das sobrinhas do meu amigo
que estava ao meu lado, quando o brinquedo parou chamava:
"Tia.... Eu vou precisar de ajuda para sair daqui... Eu to tonta. kkkkkkkk.."
O meu braço estava doendo. Tudo porque, ela nem girava, pois queria
que a xícara girasse o mínimo possível. Eu, já estava querendo dar
emoção ao brinquedo. kkkkkk.
agora vamos à chegada no Tietê.
fomos lanchar na Subway.
Chegou a nossa vez no atendimento e uma das amigas, que foi por sinal
minha guia quase o dia inteiro e disse que gostou de me guiar porque
eu ando rápido, chega para a moça que tirava os pedidos e montava o
lanche e, apontando para o meu olho diz:
"Você vai ter que falar com ele." Lógico. Precisávamos conversar para
que meu lanche fosse montado. kkk.
Eis que a moça responde:
"Eu não sei não!" kkkkkkkkkkkkkkk. kkkkkkkkkkkkk.
Gente.... Eu fiquei sem entender. O que seria o não sei não? ela não
sabe falar? Mas pera aí. Eu já estava ouvindo ela falar! kkkkkkkkk.
kkkkkkkk.
Não sabe falar com cego... Pode isso, produção? kkkkkkk.
Depois do lanche, me veio algo na cabeça e comentei com eles:
Será que ela confundiu cego com surdo e achou que precisaria saber
LIBRAS para falar comigo? kkkkkkkkkk.
Em fim, fui eu para casa enquanto eles, voltavam para o Rio.
Na volta para casa, incidente revoltante no Metrô.
Fica como registro.
dia 08/06, por volta das 21:00.
Estação Marechal Deodoro do metrô.
Para começar, pelo fato do Corinthians ter jogado no Pacaembu, uma das
saídas da estação estava fechada. Justamente a que eu utilizo.
O cidadão vai me esperar na plataforma.
Quando passávamos da catraca, uma confusão:
Alguns camaradas que se dizem corinthianos encontraram com gente que
se diz palmeirense e começou a confusão.
Se dizem mesmo. Porque torcedor não faz isso.
Esses aí não passam de babacas e usam o time como pretexto para brigar.
Em fim.
O cidadão no metrô simplesmente passa comigo pela catraca e diz:
Agora se você seguir, não posso te acompanhar.
Opa! Como assim? Questionei eu.
É. Fazer o que? Eu não posso sair daqui.
Questionei novamente:
Já estou em desvantagem por meu acesso na Avenida estar fechado. agora
você quer me dizer que o máximo que pode fazer por mim é me passar na
catraca e me deixar no meio da confusão?
Minha saída já está fechada.
Penso eu que a atitude mais plausível seria ele me deixar em algum
lugar seguro da estação, ou pelo menos supostamente seguro até a
confusão passar, concordam?
Aí ele disse:
O que eu posso fazer é ver alguém que esteja saindo para te acompanhar
até lá fora....
Ah sim...... Legal.....
Até que apareceu alguém e tudo correu bem.
A pessoa, gentilmente também me ajudou a atravessar a avenida, já que
saí pelo lado oposto.
Fica o registro.
Mas, tirando esse contratempo, foi um ótimo passeio em ótimas companhias.
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segunda-feira, 17 de junho de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Extra! Estagiária Perde Cego No Metrô!
Faaaaaaaaaaala galera!
Como já comentei aqui, terça-feira fui à faculdade levar uma
documentação pendente.
Estava saindo, coincidentemente, na mesma hora da
estagiária.
Perguntei:
Você vai pro metrô? Ela disse: sim. Ah, eu também.
Legal, pois aí iríamos conversando. Ela é uma ótima
companhia.
Saía também junto conosco para fazer o mesmo caminho, um
outro estagiário.
Conversamos, o percurso foi bem mais rápido até pelo papo estávamos lá os 3.
Ao entrarmos na estação, o estagiário foi recarregar o
bilhete dele enquanto a estagiária me conduzia até a catraca.
Aquele procedimento... Como desceríamos em estações
diferentes, preciso do auxílio de um funcionário para o embarque, adotando
assim o procedimento do metrô, no qual um funcionário anota o trem e o vagão
que embarcamos para que, na estação de destino, outro funcionário possa
auxiliar até à saída ou transferência.
Passei pela catraca, o funcionário veio me ajudar.....
Normal.....
Mas... Ué... Cadê a estagiária? Nem se despediu?
Legal.... Segui meu caminho...
Horas depois vejo uma menção no face em um comentário. Na
postagem, o estagiário questionava algo que até agora também não entendi,.
“Como uma pessoa pode perder alguém daquele tamanho?”
Olha, sinceramente não sei.... Ela me perdeu de vista...
kkkkkkkkk.
Logicamente, depois do comentário no qual ela me mencionou
horas depois, postei como resposta a primeira frase que me veio à cabeça:
“Depois o cego sou eu!” kkkkkkkkkkkk.
Ontem foi uma zoação danada com ela por causa da história,
que obviamente, fiz questão de espalhar logo que cheguei.
Lembro que me ausentei da sala por alguns minutos e nesse
meio tempo ela chegou.
Quando retornei, já ouvi de cara um colega de trabalho
falando:
Aí.... Achou o André agora? Kkkkkkkk.
Sem contar que vira e mexe alguém chegava para ela e dizia:
Acabaram de ligar do setor de achados e perdidos do metrô, dizendo não terem
achado o cego que você perdeu e perguntando se você já encontrou. Kkkkkkkkk.
Como sucedeu, não sei. Eu achava que logo que eu passasse
pela catraca ambos me seguiriam. Aliás até achei que estavam fazendo isso.
Quando me dei conta já estava próximo da plataforma e
atrasado por conta do horário de fechamento da secretaria, continuei meu
caminho sem entender nada. Kkkkk.
Nisso, lembrei também quando mudei pra São Paulo, no
primeiro dia de trabalho, de uma colega que me perdeu no trem. Kkkkkkk.
Pior que ali foi tão normal.
Embarcaríamos em plataformas diferentes.
Ela disse: Vou te deixar aqui e procurar um funcionário para
te ajudar.
Depois de alguns instantes, chega o funcionário.
Daí pensei:
Bom. Ela chamou o funcionário e seguiu seu destino! Aliás eu
havia entendido que ela faria isso?
No dia seguinte, chega ela desesperada perguntando se eu já
havia chegado.
Os colegas de setores responderam: Da próxima, vê se faz o serviço
direito! Olha ele aí de volta!
Kkkkkkk.
Aí o outro: pior que não tem jeito. É bem difícil perder ele
num lugar que ele não saiba voltar... Até no Rio se você tentar perder ele ele
consegue. Kkkkkkkkkkk.
Tá vendo gente? No primeiro dia já tinha feito amigos. Kkkkkk.
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Cegos, Deficientes Físicos E Loucos
Faaaaaaaaala galera!
O ano está chegando ao seu final.
Há quem creia que o mundo também. Bom. Pelo menos faço
aniversário antes e vai dar pra beber antes que por ventura acabe. Kkkkkkk.
Hoje vou falar sobre duas situações que me aconteceram
sexta, enquanto ia fazer minha prova do Vestibular.
Isso.... Exatamente.... Em plena Sexta à noite estava eu
indo para a faculdade fazer prova de vestibular. Curso semipresencial de
Análise E Desenvolvimento De Sistemas... Em fim.
E aí passei por duas situações daquelas corriqueiras, onde
colocam, por desinformação, os cegos em uma promoção.
E ela não ocorre somente no Natal, infelizmente.
Por desconhecimento, acho que quando as pessoas veem um cego, automaticamente já chega logo na
cabeça, por desconhecimento, a promoção:
“Nasça cego e leve uma dificuldade de locomoção e um
retardamento mental inteiramente grátis!”
Kkkkkk.
Sério. As pessoas em sua grande maioria acham que quando
nascemos cegos, ganhamos de brinde um retardamento mental e uma dificuldade de equilíbrio
e locomoção. Kkkkkkkkk.
Olha. Primeiro resultado da promoção.
Estava eu, na estação de metrô, indo para a faculdade.
Passei na catraca e eu acho que alguns funcionários da
estação consolação também são cegos, pois não me viram lá. Kkkkkkk.
Nisso uma senhora me ofereceu ajuda até à plataforma.
Chegamos lá, paramos esperando o metrô e ela bateu em algo
que estava do lado, dizendo em seguida: Aqui, ó.! Tem um lugar pra você se
apoiar......... kkkkkkkkkkkkkkkkkk. Kkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Bengala de locomoção X bengala de apoio. Muitos não
diferenciam. Pra todos os efeitos, cegos não conseguem ficar em pé. Ah!
Entendi! É por causa dessa promoção então que as pessoas não podem ver um cego
que já querem colocar ele pra sentar!
Pois é. Cego ganha, na visão destas pessoas, a dificuldade
em ficar em pé de brinde..... Tem que se apoiar. Kkkkkkkkkkkkk.
A prova disso aconteceu na volta.
Entrei no metrô, na estação São Joaquim, e, como de lá até à
Sé eram duas estações, já fui com a intenção de não sentar. Afinal, teria só o
trabalho de sentar e levantar de novo. Rs.
Eis que uma moça me oferece o lugar:
Você não quer sentar.
Oh senhora! Muito obrigado, mas eu já vou descer na Sé.
Ela pergunta: tem certeza?
Olha..... Me surgiu uma dúvida cruel agora...... Na verdade
a dúvida dela era qual? Se eu tinha certeza que não precisava sentar, ou que eu
ia descer na Sé? Kkkkkkkkkk.
Fiquei em dúvida.
Sei lá..... Já me aconteceu.
Uma vez voltando pra casa, quando ia chegando o ponto de
ônibus onde eu desceria, digo ao motorista:
Motorista, vou descer no próximo.
Quando eu não consigo achar a campainha pra apertar aviso a
ele ou ao cobrador, dependendo da posição no ônibus onde estou. Rs.
Aviso ao motorista, ele me dá o ok e fui me encaminhando
para a porta.
Nisso, um senhor me pergunta:
“Você sabe onde está?” kkkkkkkkkkkk.
Olha. Me deu uma leve vontade de responder:
Sim. Dentro do ônibus. Kkkkkkkk.
Mas fiquei quieto.
Depois disso não duvido de mais nada e estou curioso se a
pessoa queria saber de quais duas certezas que eu tinha. Kkkkkkk.
As vezes a promoção é tão generosa, que nos dá mais um
brinde: Surdez.
De vez em quando estamos numa esquina, chega algum filho de
uma égua, jumenta ou de algum semelhante e grita no teu ouvido:
VOCÊ QUER ATRAVESSAR A RUA?
Olha. Uma vez meu ouvido doeu tanto que eu respondi: SIM. E
VOCÊ? QUER ME DEIXAR SURDO? Kkkkkkkkkkkkkkk.
Lógico! Como tentei ilustrar. Gritei no ouvido dele de volta
respondendo pra ele saber a sensação que isso causa e ver se ele se toca na
próxima vez. Kkkkkkkkkkkkk.
Mas, quem sabe isso muda antes que o mundo acabe? Kkkkkkkkk.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Resumo da semana e resposta para leitor.
Faaaaaaaaaaala galera!
Essa semana estive longe do blog. Estava fazendo um curso por questões profissionais e por isso, não postei.
Mas agora to aqui de volta, contando tudo sobre essa semana e respondendo pergunta de um leitor.
O leitor anônimo me perguntou se é verdade que cego reconhece as pessoas pelo cheiro.
Depende. se for um cachorro cego, acho que com certeza! kkkkkk.
Bom. Assim.
Não creio ser possível, já que hoje, ao andar pela rua, é fácil perceber que várias pessoas utilizam o mesmo perfume, em lugares diferentes.
Llógico que, num grupo limitado de amigos, algumas pessoas podem ser reconhecidas pelo perfume que usam sim, mas não é regra.
Agora vamos ao resumão da semana. rs.
Então. Fui fazer um curso de segurança do trabalho pela empresa. Afinal, por fazer parte da comissão de prevensão agora, precisava aprender. rsrsrs.
Primeiro dia.
Finalmente iria usar pela primeira vez a linha amarela do metrô de São Paulo.
Já pensava: Vou ter que desembarcar na maldita estação República.
Lá é simplesmente foda. rs.
Pensem bem.
Você chega lá antes das 8 da manhã.
Para que venha algum dos jovens cidadãos te auxiliar, demorava até 20 minutos. Sei lá se era questão de horário e tal... Pior: O tal do vagão preferencial não era passagem comum de pessoas. Em suma: Se o jovem cidadão ou funcionário que fosse não estivesse lá tu tava fodido, já que não ia passar nenhum usuário para que você pedisse ajuda e o risco de chegar atrazado onde você precisa é grande.
Aí eu pensei:
Será que com a inauguração da linha amarela mudou algo?
Mudou sim.
Primeiro dia.... Chego na estação de metrô às 7:45
07:50. 07:55... Estava eu ainda na plataforma... 8:02.
Chega alguém para me auxiliar. Ufa!
Aí vocês vão perguntar: Mas André, você não disse que mudou?
Mudou sim... Agora em vez de um funcionário ou jovem cidadão, você precisa de 2. kkkkk.
Sim. O funcionário que te buscou na linha vermelha, não pode te levar além da linha de bloqueio da linha amarela. Lá ele te passa pra outro, pela empresa ser outra.
Sorte que nesse dia já tinha um lá. E eu pensava:
No dia que os 2 demorarem, já era. kkkkk.
Desembarque em Pinheiros.
Saída.
No caminho, uma das ruas era excelente.
As calçadas não permitiam tráfego de pessoas.
Pensei. Vou andar bem colado à guia. Aliás, não sei porque a merda do nome guia... No Rio a gente chamava de meio fio.... Ah tá. Vocês vão perguntar: Por que meio fio? Sei lá.
até que num determinado momento eu bato a bengala e: Cadê a guia da calçada?
Que ótimo! agora além de andar pelo meio da rua eu não sei onde a calçada começa e se por acaso em um determinado momento a pista é mais larga... to ferrado!
Solução: Esperar a passagem de alguém, perguntar se ia até o final da rua e se poderia me ajudar até lá.
E eu já pensava:
Tem mais 3 dias pra eu passar por esse sufoco!
A volta era mais tranquila. Vinha até o metrô com algum colega de curso.
Até que ontem, no último dia.
Ia eu para o metrô e aconteceu o inesperado... Gente eu esperava por tudo menos isso.
Encontro uma pessoa no caminho e ela pergunta se eu ia para o metrô. Aí ela disse que também ia, ofereceu ajuda e, apesar de já conhecer o caminho, aceitei e fomos conversando.
Ela dizendo que era gaúcha, eu disse que sou carioca, que aliás eu sou.. rs, e fomos batendo aquele papo.
eis que no final nos apresentamos e ela pergunta:
Qual é o seu nome? André... Posso te chamar de déca?
E eu pensando: Não... era só o que me faltava! kkkk. Será que ela duvidou da minha masculinidade? Que trem estranho!
E eu sem graça de dizer que não.... Puta que pariu!
Mas em fim: Hoje já voltei ao meu posto de trabalho e, sem sufoco.
Agora vou para o último tópico da semana. Viagem de balão.
Aventuras à vista.
A previsão do tempo diz que vai chover.
Cancelei a reserva no hotel e os engraçadinhos já me vem com uma tal taxa de cancelamento.
vou falar. Esse passeio de balão tá ficando caro pra cacete e o pior.... To gastando pra não voar de balão.... É mole? rs.
vai que a previsão esteja errada.... rs. Em fim..
Por enquanto é isso aí galera.. Fui.
Essa semana estive longe do blog. Estava fazendo um curso por questões profissionais e por isso, não postei.
Mas agora to aqui de volta, contando tudo sobre essa semana e respondendo pergunta de um leitor.
O leitor anônimo me perguntou se é verdade que cego reconhece as pessoas pelo cheiro.
Depende. se for um cachorro cego, acho que com certeza! kkkkkk.
Bom. Assim.
Não creio ser possível, já que hoje, ao andar pela rua, é fácil perceber que várias pessoas utilizam o mesmo perfume, em lugares diferentes.
Llógico que, num grupo limitado de amigos, algumas pessoas podem ser reconhecidas pelo perfume que usam sim, mas não é regra.
Agora vamos ao resumão da semana. rs.
Então. Fui fazer um curso de segurança do trabalho pela empresa. Afinal, por fazer parte da comissão de prevensão agora, precisava aprender. rsrsrs.
Primeiro dia.
Finalmente iria usar pela primeira vez a linha amarela do metrô de São Paulo.
Já pensava: Vou ter que desembarcar na maldita estação República.
Lá é simplesmente foda. rs.
Pensem bem.
Você chega lá antes das 8 da manhã.
Para que venha algum dos jovens cidadãos te auxiliar, demorava até 20 minutos. Sei lá se era questão de horário e tal... Pior: O tal do vagão preferencial não era passagem comum de pessoas. Em suma: Se o jovem cidadão ou funcionário que fosse não estivesse lá tu tava fodido, já que não ia passar nenhum usuário para que você pedisse ajuda e o risco de chegar atrazado onde você precisa é grande.
Aí eu pensei:
Será que com a inauguração da linha amarela mudou algo?
Mudou sim.
Primeiro dia.... Chego na estação de metrô às 7:45
07:50. 07:55... Estava eu ainda na plataforma... 8:02.
Chega alguém para me auxiliar. Ufa!
Aí vocês vão perguntar: Mas André, você não disse que mudou?
Mudou sim... Agora em vez de um funcionário ou jovem cidadão, você precisa de 2. kkkkk.
Sim. O funcionário que te buscou na linha vermelha, não pode te levar além da linha de bloqueio da linha amarela. Lá ele te passa pra outro, pela empresa ser outra.
Sorte que nesse dia já tinha um lá. E eu pensava:
No dia que os 2 demorarem, já era. kkkkk.
Desembarque em Pinheiros.
Saída.
No caminho, uma das ruas era excelente.
As calçadas não permitiam tráfego de pessoas.
Pensei. Vou andar bem colado à guia. Aliás, não sei porque a merda do nome guia... No Rio a gente chamava de meio fio.... Ah tá. Vocês vão perguntar: Por que meio fio? Sei lá.
até que num determinado momento eu bato a bengala e: Cadê a guia da calçada?
Que ótimo! agora além de andar pelo meio da rua eu não sei onde a calçada começa e se por acaso em um determinado momento a pista é mais larga... to ferrado!
Solução: Esperar a passagem de alguém, perguntar se ia até o final da rua e se poderia me ajudar até lá.
E eu já pensava:
Tem mais 3 dias pra eu passar por esse sufoco!
A volta era mais tranquila. Vinha até o metrô com algum colega de curso.
Até que ontem, no último dia.
Ia eu para o metrô e aconteceu o inesperado... Gente eu esperava por tudo menos isso.
Encontro uma pessoa no caminho e ela pergunta se eu ia para o metrô. Aí ela disse que também ia, ofereceu ajuda e, apesar de já conhecer o caminho, aceitei e fomos conversando.
Ela dizendo que era gaúcha, eu disse que sou carioca, que aliás eu sou.. rs, e fomos batendo aquele papo.
eis que no final nos apresentamos e ela pergunta:
Qual é o seu nome? André... Posso te chamar de déca?
E eu pensando: Não... era só o que me faltava! kkkk. Será que ela duvidou da minha masculinidade? Que trem estranho!
E eu sem graça de dizer que não.... Puta que pariu!
Mas em fim: Hoje já voltei ao meu posto de trabalho e, sem sufoco.
Agora vou para o último tópico da semana. Viagem de balão.
Aventuras à vista.
A previsão do tempo diz que vai chover.
Cancelei a reserva no hotel e os engraçadinhos já me vem com uma tal taxa de cancelamento.
vou falar. Esse passeio de balão tá ficando caro pra cacete e o pior.... To gastando pra não voar de balão.... É mole? rs.
vai que a previsão esteja errada.... rs. Em fim..
Por enquanto é isso aí galera.. Fui.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Banheiro pode valer mais que ouro!
Faaaaaaaaala galera!
Essa história já aconteceu faz tempo, mas entrou certamente para o top comic. kkk.
Esse prêmio eu acabei de enventar tá? Mas que está entre as melhores, sem dúvida.
Mas garanto que na hora não foi nada legal.
Trabalhava nessa época como instrutor de Informática, lá no rio.
Estou no metrô e minha barrica começa a dar alguns sinais de que algo estava errado.
Tá bom.... Desci do metrô...
Eu ficando apertado, bariga doendo e, o banheiro mais próximo seria no meu trabalho, onde teria que caminhar uns 5 minutos.
Saí da composição e, cadê o funcionário?
Não tinha.... Bom... As vezes acontece... Mas não podia acontecer exatamente naquele momento! kkkk.
Uma senhora resolve me ajudar.
Eu tão concentrado em segurar a onda para que a boiada não viésse pela porteira com toda força, que nem percebi que ela me levava para a saída oposta da que eu queria!
Mas percebi há tempo e consegui voltar.
E nisso, ficava mais apertado e a barriga doía mais.
Saí pelo lado certo...
Com aquele desespero... Já sabendo que aguentar ileso até chegar no trabalho seria tarefa quase impossível.
Paro na esquina para atravessar a rua.
Passa um monte de gente correndo e, ninguém para ajudar!
O desespero aumenta.
E eu já pensando:
Bom. Eu não sei se tenho alguma semelhança com o Robson Caetano, mas pelo menos pra tentar chegar no trabalho de forma digna, meu ritmo de corrida vai ter que ser, ao menos parecido!
alguém me ajuda a atravessar.
coloco a bengala em posição e:
Foi dada a largada!
E a barriga doía cada vez mais! E eu correndo!
Eis que encontro uma colega de trabalho no sentido contrário.
Ela me cumprimenta:
Oi andré! Eu respondo, mas sem parar de correr é lógico.
Daí ela: Para um pouquinho pra eu te apresentar meu namorado! Pra que tanta preça!
Eu parei, não conseguindo mais esconder o desespero eu acho, cumprimentei... Aquela história de muito prazer e tal....... E pensava:
Putz se ela imaginasse, acho que não me parava agora.
daí cumprimentei e parti para a relargada. rs.
Entro na sala de trabalho correndo, ninguém entendendo nada, jogo minha bolsa, dou bom dia pra todo mundo e corro de volta!
Finalmente o banheiro!
E eu acho que é psicológico.
Já repararam que quanto mais perto do banheiro a gente tá, mais a gente tem a sensação de que não vai aguentar e fica mais apertado?
Pois é.
corri. Ninguém entendendo nada.
Um aluno me aborda no corredor: Ei André, preciso esclarecer uma dúvida.
Daqui há pouquinho, por favor!
Ele viu eu correndo, daque há pouco ele fala:
Cara tu tá desesperado pra ir ao banheiro mesmo em!
Po você nem imagina, disse eu;
ele imagino sim! Você já passou até direto da porta! kkkkkkk.
Ele veio pra me ajudar a correr voltando e a história conseguiu, por incrível que pareça, ter um final feliz. kkkkkk.
Essa história já aconteceu faz tempo, mas entrou certamente para o top comic. kkk.
Esse prêmio eu acabei de enventar tá? Mas que está entre as melhores, sem dúvida.
Mas garanto que na hora não foi nada legal.
Trabalhava nessa época como instrutor de Informática, lá no rio.
Estou no metrô e minha barrica começa a dar alguns sinais de que algo estava errado.
Tá bom.... Desci do metrô...
Eu ficando apertado, bariga doendo e, o banheiro mais próximo seria no meu trabalho, onde teria que caminhar uns 5 minutos.
Saí da composição e, cadê o funcionário?
Não tinha.... Bom... As vezes acontece... Mas não podia acontecer exatamente naquele momento! kkkk.
Uma senhora resolve me ajudar.
Eu tão concentrado em segurar a onda para que a boiada não viésse pela porteira com toda força, que nem percebi que ela me levava para a saída oposta da que eu queria!
Mas percebi há tempo e consegui voltar.
E nisso, ficava mais apertado e a barriga doía mais.
Saí pelo lado certo...
Com aquele desespero... Já sabendo que aguentar ileso até chegar no trabalho seria tarefa quase impossível.
Paro na esquina para atravessar a rua.
Passa um monte de gente correndo e, ninguém para ajudar!
O desespero aumenta.
E eu já pensando:
Bom. Eu não sei se tenho alguma semelhança com o Robson Caetano, mas pelo menos pra tentar chegar no trabalho de forma digna, meu ritmo de corrida vai ter que ser, ao menos parecido!
alguém me ajuda a atravessar.
coloco a bengala em posição e:
Foi dada a largada!
E a barriga doía cada vez mais! E eu correndo!
Eis que encontro uma colega de trabalho no sentido contrário.
Ela me cumprimenta:
Oi andré! Eu respondo, mas sem parar de correr é lógico.
Daí ela: Para um pouquinho pra eu te apresentar meu namorado! Pra que tanta preça!
Eu parei, não conseguindo mais esconder o desespero eu acho, cumprimentei... Aquela história de muito prazer e tal....... E pensava:
Putz se ela imaginasse, acho que não me parava agora.
daí cumprimentei e parti para a relargada. rs.
Entro na sala de trabalho correndo, ninguém entendendo nada, jogo minha bolsa, dou bom dia pra todo mundo e corro de volta!
Finalmente o banheiro!
E eu acho que é psicológico.
Já repararam que quanto mais perto do banheiro a gente tá, mais a gente tem a sensação de que não vai aguentar e fica mais apertado?
Pois é.
corri. Ninguém entendendo nada.
Um aluno me aborda no corredor: Ei André, preciso esclarecer uma dúvida.
Daqui há pouquinho, por favor!
Ele viu eu correndo, daque há pouco ele fala:
Cara tu tá desesperado pra ir ao banheiro mesmo em!
Po você nem imagina, disse eu;
ele imagino sim! Você já passou até direto da porta! kkkkkkk.
Ele veio pra me ajudar a correr voltando e a história conseguiu, por incrível que pareça, ter um final feliz. kkkkkk.
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